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Comunicado de Imprensa

  • Em 2013 e pelos mesmos motivos o INPS ainda realizou um empréstimo subordinado ao Novo Banco no montante de 100.000.000 ECV.
  • Em 2015 o INPS realizou dois depósitos a prazo nos valores de 200.000.000 ECV e 60.000.000 ECV, a taxas de 6,5% e 5% respectivamente, taxas esses superiores à média do mercado.
  • O INPS tem ainda depósitos a ordem resultante de operações correntes de recebimento de contribuições e pagamentos de prestações e de despesas de funcionamento no valor de 383.028.086 ECV;
  • Os indicadores de gestão e prudenciais do Novo Banco, desde a sua existência, davam sinais que esse investimento não era bom e que já merecia um maior controle e maior intervenção da entidade reguladora;
  • Chegado o momento da Resolução do Novo Banco, os accionistas, seja o Estado, o INPS, CECV, Correios de Cabo Verde, IFH e o Banco Português de Gestão, são todos afectados com a referida Resolução do BCV, na justa proporção dos respectivos capitais e outras responsabilidades definidas por lei.
  • O INPS enquanto accionista de um projecto do Governo que, na altura, não foi avaliado correctamente todos os riscos, não deixará de arcar com as suas responsabilidades enquadradas na lei. Neste momento não é possível calcular o exacto valor das perdas, pois ao longo do período de execução da Resolução do BCV, muitas avaliações terão que ser feitas e confirmadas os pressupostos da medida.
  • A Comissão Executiva do INPS ciente dessas eventuais perdas, tudo fará para minimiza-las.
  • A Comissão Executiva do INPS, 10 de Março de 2017

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